quinta-feira, 18 de fevereiro de 2010

Reportagem


Não tem "bandido e mocinho".
por Sady Homrich

A diferença é que os grandes conglomerados tem para si a missão defabricar dinheiro e usam a cerveja comercial para esse fim. Bebe quemquer.Essa dicotomia é primária. Alguns culpam o governo por permitir que acerveja seja feita assim.

A legislação para a indústria de bebidas nãopode privilegiar apenas 2% de interessados, que é o efetivo mercado decervejas realmente especiais.Ao mesmo tempo que acho importante a existência dos grupos radicais -em qualquer atividade humana - gostaria que os cervejeiros andassemcom os pés no chão.Não gosta da cerveja comercial, põe a mão no bolso e compra aespecial. Ainda não gostou, faça a sua. Menos discussão e mais ação.

As galinhas não tem escolha: são obrigadas a comer a ração que seu dono compra.

Como diz o excelente home-brewer Alessandro Ren, de Sapucaia (RS):"SHOW ME THE BEER!"

Sady é o Baterista da Banda Nenhum de Nós, especialistas em cervejas e difusor da cultura cervejeira no Brasil. Esse é um dos nossos!

2 comentários:

Marcio disse...

Não sei o que o sujeito quis dizer com "privilégio" legislativo para cervejas especiais; o que tenho visto é uma luta das artesanais contra leis que as desfavorecem, uma reivindicação para que a luta seja justa.

Também não entendi a que ou a quem se refere o "menos discussão e mais ação".

Depois termina com uma reflexão sobre a dieta das galinhas. Nisso vejo um paralelo claro com a cerveja comercial pois esta não foi escolhida pela maioria, mas sim a opção disponível.

Como esses parágrafos se relacionam, fica difícil entender.

Pequeno Universo Fã Clube Nordeste disse...

Nosso abominável homem das baquetas sabe muito bem discernir e abordar este tema, muito interessante.
Parabéns pelo blog e pelos textos.

 
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